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Câncer
DHEA é conhecido para melhorar as funções do corpo e também tem efeitos
significativos contra o câncer e tumores. DHEA deve muito dos seus
benefícios contra o câncer à sua capacidade de inibir uma enzima chamada
glicose-6-fosfato desidrogenase (G6PD). As propriedades cardio-protetoras
DHEA pode também ser devido sua capacidade de inibir o G6PD.
Câncer Cervical
Pesquisas iniciais relatam que o uso intravaginal do DHEA pode ser seguro
para promover baixa regressão das lesões cervicais. Os pacientes não devem
substituir o uso de DHEA no lugar de terapias mais oficializadas e, devem
também discutir suas opções de gerenciamento com seu médico.
Estudos Clínicos
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Em um estudo
prolongado aplicado em 5000 mulheres, foi descoberto que os níveis de DHEA
diminuíram drasticamente até nove anos antes do desenvolvimento de câncer
de mama. O maior fator de risco de câncer foi o baixo nível de DHEA. O
DHEA tem mostrado melhorar a imunidade, prevenir câncer e prolongar a vida
de animais em laboratórios.
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Nove homens
idosos com a idade média de 64 anos tomaram 50 mg de DHEA durante a noite
por 20 semanas.
O tratamento de DHEA elevou significantemente as células
natural killers. Estas células são linfócitos que estão envolvidos na
busca de destruição vírus e células anormais no corpo, que provavelmente
podem ser cancerosas. Embora os linfócitos T não foram afetados, a sua
função foi aumentada (medida pelo o aumento da reposta proliferativa à
fitohemaglutinina, um químico que normalmente estimula as células T). A
função das células B também foi aumentada.
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Uma pesquisa, feito por
Sahelian, conduzida em camundongos. Nesta pesquisa, o DHEA mostrou ter
inibido o desenvolvimento dos tumores induzidos pela pesquisa, como
tumores do fígado, mama, pulmão, cólon e de pele.
Entre os camundongos
prenhas e implantadas com um agente que causa câncer, 96% destes
camundongos desenvolveram câncer de mama. Os outros camundongos prenhas,
também implantadas com o agente que causa câncer e complementado com doses
de DHEA, deve somente 35% de incidência de câncer de mama.
Um pesquisador
japonês, Dr. Inano, concluiu que estes achados sugerem que o DHEA tem o
potencial de prevenir atividades contra a fase de progressão/promoção de
tumores na mama induzidos por radiação.
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DHEA diminui a enzima que
causa câncer, glicose-6-fosfato
desidrogenase (G6PD).
Mulheres britânicas que estavam tendo 10% menos DHEA do que o esperado em
mulheres de sua idade desenvolveram e morreram de câncer de mama, predito
pelo baixo nível de DHEA na urina que foi testado 9 anos prévio; inibe
tumores no fígado através do urethane e 1.2 dimenthylbenz-anthracene,
inibe câncer de pele (100 mg/dia), bloqueia tumores no cólon em
camundongos através do cancerígeno 1.2 dimethylhydrazine, inibe também
câncer de próstata e tumores nos testículos em camundongos.
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Um estudo mostrou que
adultos com leucemia das células T (ATL) tinham diminuído
significantemente os níveis de DHEA comparado com o grupo de controle que
não estavam tomando DHEA. Isso conduziu alguns médicos a especular que o
DHEA pode ser benéfico no tratamento deste tipo de leucemia, sendo que o
DHEA já é mostrado eficaz no tratamento de leucemia.
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Outras pesquisas sobre
câncer mostram que o DHEA inibe a célula cancerígena timidina, necessária
para propagação celular e, também interrompe os efeitos oxidantes dos
químicos cancerígenos. Os cientistas relatam que o DHEA age não só como um
antioxidante, mas também como um modulador nos efeitos dos químicos
cancerígenos nas células.
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Uma pesquisa clínica em
humanos, feito em 129 pacientes com câncer avançado e tomando 40 mg de
DHEA por dia, descobriu que enquanto não tinha nenhuma regressão
significante do câncer, dois pacientes com câncer renal estabilizaram suas
condições e suportaram terapia de DHEA sem ter efeitos colaterais durante
dois anos e meio. E de acordo com o Regelson Kalimi, o DHEA pode ser o
melhor agente para bloquear o estresse mediado por apoiar o crescimento do
tumor.
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