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Depressão
O DHEA tem sido estudo extensivamente em casos de depressão. Os níveis de
DHEA são reduzidos nos principais distúrbios de depressão em ambos
adolescentes e adultos, e um nível elevado da proporção cortisol/DHEA prediz
um atraso na recuperação. Mulheres com falta detectável de DHEA têm um
aumento na ocorrência de depressão. O DHEA também é um remédio útil para
depressão.
A maioria
das pesquisas clínicas investigando o efeito do DHEA sobre a depressão apóia
sua utilização para este meio através da orientação de um especialista.
Estudos Clínicos
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Uma pesquisa bem conduzida
pela Instituição Nacional de Saúde Mental descobriu o DHEA a ser bastante
eficaz no tratamento do estado leve e prolongado de depressão (distimia).
Os sintomas que teve a maior melhora significativa foram à incapacidade
para obter prazer através de experiências normalmente prazerosas
(anedonia), falta de energia, falta de motivação, entorpecimento
emocional, tristeza, incapacidade de enfrentar, e a preocupação.
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Uma pesquisa com tratamento
de três meses com uso do suplemento de DHEA melhorou o bem-estar físico e
psicológico em indivíduos com idade mais avançada. Estes resultados foram
apoiados por uma pesquisa recente que concluiu a terapia de DHEA ter
melhorado a depressão de pessoas de meia-idade.
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Uma pesquisa feita em 1999,
M. Bloch et al, utilizou um estudo duplo-cego com DHEA para tratar de 15
pacientes sofrendo de distimia (depressão leve e prolongada durante a
meia-vida). Teve uma melhora de 60% durante a fase com DHEA, enquanto
somente 20% de melhora durante a fase com utilização do placebo. Os
sintomas que teve a maior progresso eram anedonia (falta de prazer no
dia-a-dia), falta de energia, falta de motivação, tristeza, preocupação e
incapacidade de abordar problemas e entorpecimento emocional.
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